Modernizando a experiência de compra da Azul Viagens.
Uma reformulação completa da plataforma focada em conversão, clareza operacional e evolução do design system.

Uma plataforma madura, com sinais claros de envelhecimento.
A interface anterior carregava anos de iterações pontuais. Padrões de UI fragmentados, componentes inconsistentes e densidade visual herdada de uma fase em que a plataforma ainda estava se descobrindo como produto.
O fluxo principal — busca e compra — havia se tornado complexo demais. Cada nova oferta, parceria ou regra de negócio empurrava mais informação para a mesma tela, sem uma hierarquia que sustentasse a decisão.
O desafio não era reinventar a Azul Viagens. Era modernizar sem romper familiaridade, dar mais espaço para áreas estratégicas e devolver legibilidade a um produto que opera em escala nacional.
Seis frentes, um mesmo destino: clareza e conversão.
Os objetivos foram organizados em torno do que move o negócio e do que reduz fricção para o usuário — sem separar uma coisa da outra.
Modernização visual
Atualizar a linguagem da plataforma sem romper familiaridade — UI mais leve, arredondada e contemporânea.
Busca simplificada
Reduzir fricção no fluxo principal de compra e tornar a decisão mais rápida em todos os breakpoints.
Evolução do design system
Componentes escaláveis, padrões reutilizáveis e regras de interação consistentes em todo o ecossistema.
Aumentar conversão
Tornar promoções, atalhos e produtos estratégicos visíveis no momento certo do fluxo.
Reduzir demanda de SAC
Clareza de informação, estados de erro melhores e atalhos de suporte para diminuir contato operacional.
Ecossistema Azul
Dar visibilidade a Azul Fidelidade, Itaú Azul e produtos complementares dentro da mesma jornada.
Uma camada visual nova sobre uma estrutura mais simples.
A modernização começou pelos componentes compartilhados — bordas mais arredondadas, espaçamento mais generoso, contraste recalibrado. Um repertório visual mais leve, construído para envelhecer bem.
O header foi redesenhado para dar prioridade às decisões certas: busca, login e ecossistema Azul. A experiência de busca foi simplificada, com menos campos visíveis de uma vez e progressão clara em mobile.
Ao redor do fluxo principal apareceram superfícies novas: atalhos comemorativos e sazonais, cards de suporte e ações rápidas, e blocos dedicados para Itaú Azul e Azul Fidelidade — dando visibilidade ao ecossistema sem competir com a compra.



Modernização tratada como evolução de sistema.
A revisão não foi um reskin. Os componentes compartilhados foram revisitados a partir do uso real — variantes consolidadas, tokens reorganizados, regras de espaçamento e tipografia padronizadas em todo o produto.
Padrões de interação foram alinhados entre plataformas, reduzindo casos especiais e tornando a base mais previsível para quem constrói em cima dela. Cada decisão visual também é uma decisão de manutenção.
O resultado é uma camada de UI escalável: o mesmo sistema sustenta a home, a busca, o checkout e os produtos do ecossistema Azul, com consistência sem rigidez.
O que mudou para o usuário, para o time e para o produto.
Visualmente, a plataforma ganhou maturidade — mais leve, mais hierárquica, mais coerente com o resto do universo Azul. A navegação ficou mais clara, especialmente em mobile, onde o fluxo de busca era o ponto mais sensível.
Para o time, o ganho está na estrutura. Componentes reutilizáveis reduzem decisões repetidas; o sistema deixou de ser um catálogo e passou a ser uma linguagem compartilhada. Novas frentes nascem dentro do padrão, não ao lado dele.
Para o negócio, áreas estratégicas — promoções, fidelidade, parcerias — passaram a ter espaço próprio no fluxo, sem comprometer a clareza da compra. A plataforma ficou pronta para crescer sem se contradizer.
